No universo digital em que vivemos, a figura do curador de arte assume uma nova dimensão, transcendendo as paredes das galerias e museus. Diante da vastidão da internet, como os curadores podem guiar-nos através do labirinto virtual de informações artísticas? E mais, qual é o impacto dessa transição para os espaços digitais na prática da curadoria?
A Trupepe de Histórias convida você a explorar os desafios e as inovações trazidos pela era digital ao campo da curadoria de arte. O que significa ser um curador na atualidade? Como diferenciar um curador-filtrador de um curador-agenciador, e por que essa distinção é crucial para compreender a relevância cultural e educativa dos conteúdos que consumimos? Venha conosco desvendar o papel vital dos curadores de arte na nossa compreensão e apreciação digital da arte.
O Papel do Curador de Arte na Era Digital
- O curador de arte na era digital é responsável por selecionar e organizar informações artísticas em plataformas online e adaptáveis.
- A curadoria digital ultrapassa a seleção de links, envolvendo a gestão da informação e curadoria de conteúdo.
- O conceito de “curadoria” varia entre diferentes áreas como Artes, Marketing, Tecnologia da Informação e Direito.
- Em Artes Visuais, o curador é um especialista e um mediador social, organizando obras em contextos específicos.
- A necessidade de curadoria da informação cresce com a expansão do acesso à web e o excesso de dados disponíveis.
- Existem modelos de curadoria online, como o curador-filtrador (compartilha links relevantes) e o curador-agenciador (organiza informações em blogs ou sites).
- É crucial refletir sobre quais perfis de curadores seguimos online e considerar os conceitos de curador-filtrador e agenciador.
- Na era atual da curadoria, aprender a filtrar informações é vital para acessar conhecimento relevante e discernir o que é importante.
Na era digital, o papel do curador de arte é fundamental para selecionar e organizar informações relacionadas à arte. Além de atuar como especialista, o curador também desempenha o papel de mediador social, ao contextualizar e apresentar um conjunto de obras dentro de um determinado contexto. Com o acesso cada vez mais amplo à web, a curadoria da informação se torna essencial devido ao grande volume de dados disponíveis. É importante refletir sobre os perfis de curadoria que seguimos nas redes sociais e blogs, filtrando as informações para obter conhecimento relevante e compreender o que realmente importa.
Seleção e organização de informações relacionadas à arte
Na era digital, a figura do curador de arte assume um papel ainda mais complexo e multifacetado. Tradicionalmente, o curador é conhecido por sua habilidade em organizar e apresentar obras de arte de maneira que crie uma narrativa ou diálogo entre as peças e o público. No entanto, com a proliferação da informação e a acessibilidade proporcionada pela internet, a curadoria estende-se para além das paredes físicas das galerias e museus.
O curador digital enfrenta o desafio de navegar por um oceano de dados, selecionando conteúdos que não apenas ressoem com o zeitgeist artístico, mas que também sejam relevantes e enriquecedores para um público cada vez mais diversificado. A curadoria da informação, neste contexto, envolve uma análise crítica das fontes, uma compreensão profunda das tendências contemporâneas e a capacidade de antecipar as direções futuras do discurso artístico.
Com a digitalização de acervos e a criação de exposições virtuais, o curador deve empregar novas ferramentas tecnológicas para apresentar as obras. Isso inclui plataformas interativas e realidade aumentada, que permitem experiências imersivas e educativas. A curadoria digital não se limita à seleção de obras; ela engloba também a maneira como essas obras são acessadas e percebidas pelo público.
Além disso, o curador na era digital tem a responsabilidade de garantir que as informações sejam preservadas para gerações futuras. Isso envolve práticas de arquivamento digital e estratégias para manter a integridade das obras no ambiente online. A preocupação com direitos autorais e reprodução fiel das imagens também são aspectos críticos dessa função.
Em suma, o papel do curador de arte na era digital é essencial para mediar a relação entre arte, tecnologia e público. É uma tarefa que exige não apenas sensibilidade estética e conhecimento histórico, mas também competências técnicas e uma visão estratégica sobre como as informações relacionadas à arte são consumidas e preservadas no mundo virtual.
Curadoria vai além da simples seleção de links
No contexto atual da era digital, o papel do curador de arte transcende a mera agregação de conteúdo. A curadoria artística é uma prática que envolve um processo meticuloso de pesquisa, análise crítica e seleção de obras que não apenas ressoam com o zeitgeist contemporâneo, mas também dialogam com as narrativas históricas e culturais preexistentes. Neste cenário, o curador atua como um mediador entre a arte e o público, oferecendo uma perspectiva única que enriquece a experiência do espectador.
A função do curador de arte na era digital é particularmente complexa, dada a proliferação de imagens e informações acessíveis através de múltiplas plataformas. Com a internet abrigando um volume inestimável de obras artísticas, o desafio reside em filtrar o excesso e destacar aquilo que é verdadeiramente significativo e relevante. Este processo demanda um olhar apurado e um conhecimento profundo sobre as tendências atuais e históricas da arte, bem como uma compreensão das técnicas e dos meios utilizados pelos artistas.
A dinâmica da curadoria digital também implica em considerar a interatividade e a participação do público. Ao contrário dos espaços tradicionais, como museus e galerias, onde a curadoria pode ser percebida como algo estático, a internet possibilita uma experiência mais dinâmica e personalizada. O curador deve, portanto, ser estratégico na escolha das plataformas digitais adequadas para apresentar as obras, garantindo que elas sejam acessíveis e possam gerar engajamento.
Além disso, o curador de arte digital enfrenta a tarefa de preservar a integridade das obras no ambiente online. Isso envolve garantir que as reproduções digitais mantenham a fidelidade às originais e que os direitos autorais sejam respeitados. Uma curadoria eficaz nesse meio deve equilibrar a visibilidade das obras com a proteção dos interesses dos artistas.
A explosividade da curadoria se manifesta nas escolhas inesperadas e na apresentação de contrastes entre obras distintas. O curador pode optar por combinar peças clássicas com expressões artísticas emergentes ou estabelecer diálogos entre diferentes movimentos artísticos. Essa abordagem não linear enriquece o discurso artístico ao introduzir elementos surpreendentes que desafiam as expectativas do público.
Em suma, a curadoria de arte na era digital é uma atividade que requer discernimento crítico e criatividade. O curador deve navegar por um mar de conteúdo digital com habilidade, selecionando não apenas com base na qualidade estética, mas também considerando o impacto cultural e social das obras. Ao fazer isso, eles não só preservam a relevância da arte no mundo digital mas também expandem os horizontes através dos quais apreciamos e interpretamos a expressão humana mais fundamental: a arte.
Diferentes significados do termo “curadoria”
A curadoria, termo que evoca imediatamente a imagem de galerias e museus, é uma prática que transcende o ambiente artístico tradicional, abrangendo um leque diversificado de funções e responsabilidades. No universo da arte, o curador atua como um elo vital entre a obra, o artista e o público, uma ponte que não apenas facilita o acesso físico às criações, mas também promove um diálogo mais profundo e enriquecedor entre as partes. O curador de arte, portanto, não se limita à seleção e organização física das peças em um espaço; sua atuação engloba uma série de atividades intelectuais e interpretativas, que têm como objetivo final a construção de narrativas e a contextualização das obras dentro de um panorama cultural mais amplo.
Com o advento da era digital, a função do curador adquiriu novas dimensões e complexidades. A internet e as plataformas digitais expandiram os horizontes da curadoria, permitindo que curadores estabeleçam presença em ambientes virtuais, onde a interação com o público pode ser tão dinâmica quanto nos espaços físicos. Nesse contexto, a curadoria digital vai além da mera seleção de conteúdo; ela envolve a criação de experiências imersivas e interativas que desafiam os limites tradicionais da arte. O papel do curador, nesse sentido, é o de um agente transformador que utiliza as ferramentas tecnológicas para democratizar o acesso à arte e estimular a reflexão crítica sobre as obras apresentadas no ciberespaço.
O curador nas Artes Visuais como especialista e mediador social
O papel do curador de arte tem se transformado significativamente com a ascensão da era digital. Originalmente, o curador atuava como um guardião das obras, responsável pela sua conservação e exibição em espaços museológicos. No entanto, à medida que as fronteiras entre o mundo físico e virtual se tornam cada vez mais tênues, o curador emerge como um especialista não apenas na seleção e interpretação de peças artísticas, mas também na criação de narrativas que transcendem o espaço físico. Ele assume um papel crucial como mediador social, estabelecendo pontes entre artistas, instituições e públicos diversificados, por vezes dispersos geograficamente.
A expansão do acesso à internet e às novas tecnologias digitais ampliou o escopo de atuação dos curadores, que agora devem possuir habilidades para navegar no vasto mar de informações disponíveis online. A curadoria na era digital envolve a habilidade de filtrar conteúdos relevantes e apresentá-los de maneira inovadora e engajante. O curador moderno deve ser capaz de utilizar ferramentas digitais para ampliar o alcance das exposições, criando experiências imersivas que possam ser acessadas globalmente. Dessa forma, o curador se estabelece não somente como um especialista em arte, mas também como um agente ativo no diálogo cultural que a tecnologia possibilita.
A necessidade da curadoria da informação na era digital
No panorama contemporâneo, a figura do curador de arte adquire novas dimensões e responsabilidades, sobretudo no que tange à gestão de conteúdos em ambientes digitais. A transição para o digital não é apenas uma mudança de meio, mas também uma transformação na maneira como o conteúdo é apresentado, interpretado e consumido.
A curadoria da informação digital tornou-se um elemento central na preservação e disseminação da cultura artística. O curador de arte, neste contexto, deve ser capaz de navegar por um mar de dados e obras digitais, selecionando aquilo que é relevante e que ressoa com as intenções expositivas e educativas das instituições que representa. Esta seleção criteriosa é crucial para garantir que o público tenha acesso a informações verídicas e contextualizadas.
O Desafio de Adaptar-se às Novas Tecnologias
O profissional de curadoria enfrenta o desafio de adaptar-se às ferramentas tecnológicas que estão remodelando o setor artístico. Desde sistemas de gestão de conteúdo até plataformas interativas de exibição, o curador precisa estar apto a utilizar esses recursos para criar experiências imersivas e educativas. A habilidade em manipular metadados, por exemplo, permite a criação de narrativas digitais que podem realçar as conexões entre diferentes obras e artistas.
Integração Multidisciplinar e Gestão do Conhecimento
Além disso, a integração multidisciplinar se faz presente na rotina do curador digital. Profissionais de diversas áreas colaboram para que a experiência artística seja enriquecedora. O curador atua como um ponto de convergência entre tecnologia, arte e educação, contribuindo significativamente para a gestão do conhecimento nas corporações culturais.
A arquitetura da informação e a taxonomia são abordagens essenciais nesse processo, pois permitem organizar o conteúdo de forma lógica e acessível. Através dessas práticas, o curador pode estabelecer categorias e hierarquias que facilitam a busca e o entendimento das obras pelo público.
O Impacto na Disseminação Cultural
A era digital também ampliou o alcance da disseminação cultural. O curador digital tem papel preponderante no planejamento e divulgação de campanhas que transcendem as paredes físicas dos museus e galerias. Com isso, a arte pode alcançar públicos globais, democratizando o acesso à cultura e permitindo que pessoas ao redor do mundo possam desfrutar e aprender com as coleções artísticas sem sair de casa.
Em suma, a curadoria da informação na era digital é uma prática complexa que requer um conjunto diversificado de competências. O curador moderno é um agente cultural imprescindível, responsável por moldar a forma como interagimos com a arte no mundo digital.
Na era digital, o Museu de Arte Moderna (MoMA) é um exemplo de como o curador de arte desempenha um papel crucial na seleção e na interpretação de obras que dialogam com o público contemporâneo. Esses profissionais são essenciais para conectar a arte ao mundo atual, criando experiências significativas que transcendem o espaço físico.
1. Qual é o papel tradicional do curador de arte?
O papel tradicional do curador de arte é selecionar obras para exposições em galerias e museus físicos, organizando-as de forma a criar uma narrativa ou diálogo entre as peças e o público.
2. Como a era digital tem impactado o papel do curador de arte?
A era digital tem ampliado o papel do curador de arte, exigindo que ele navegue por um oceano de dados e selecione conteúdos relevantes e enriquecedores para um público diversificado. Além disso, a digitalização de acervos e a criação de exposições virtuais têm requerido o uso de novas ferramentas tecnológicas na apresentação das obras.
3. Quais são as responsabilidades do curador digital?
O curador digital é responsável por selecionar, organizar e apresentar obras de arte digitais, utilizando plataformas interativas e realidade aumentada para criar experiências imersivas e educativas. Além disso, ele deve garantir a preservação das informações para gerações futuras, gerenciar direitos autorais e manter a integridade das obras no ambiente online.
4. Como a curadoria digital vai além da simples seleção de obras?
A curadoria digital vai além da simples seleção de obras, envolvendo também a maneira como essas obras são acessadas e percebidas pelo público. O curador deve escolher as plataformas digitais adequadas para apresentar as obras, garantindo que elas sejam acessíveis e gerem engajamento. Além disso, ele pode estabelecer diálogos entre diferentes movimentos artísticos ou combinar peças clássicas com expressões artísticas emergentes.
5. Quais são os desafios enfrentados pelo curador de arte na era digital?
Os desafios enfrentados pelo curador de arte na era digital incluem a necessidade de filtrar o excesso de informações disponíveis online, garantir a fidelidade das reproduções digitais em relação às obras originais e respeitar os direitos autorais. Além disso, ele deve se adaptar às novas tecnologias e utilizar ferramentas digitais para ampliar o alcance das exposições.
6. Qual é a importância da curadoria da informação na era digital?
A curadoria da informação na era digital é importante para garantir que o público tenha acesso a informações verídicas e contextualizadas sobre as obras de arte. O curador deve ser capaz de filtrar conteúdos relevantes em meio ao volume inestimável de dados disponíveis online, selecionando aquilo que ressoa com as intenções expositivas e educativas das instituições que representa.
7. Como o curador de arte atua como mediador social na era digital?
O curador de arte atua como mediador social na era digital ao estabelecer pontes entre artistas, instituições e públicos diversificados, muitas vezes dispersos geograficamente. Ele utiliza as ferramentas tecnológicas para criar experiências imersivas e interativas que estimulam o diálogo cultural. Dessa forma, o curador contribui para democratizar o acesso à arte e promover uma reflexão crítica sobre as obras apresentadas no ambiente virtual.
8. Quais são as habilidades necessárias para um curador de arte na era digital?
Um curador de arte na era digital precisa ter habilidades técnicas para utilizar as ferramentas tecnológicas disponíveis, como sistemas de gestão de conteúdo e plataformas interativas. Além disso, ele deve possuir sensibilidade estética, conhecimento histórico, capacidade de análise crítica das fontes e compreensão das tendências contemporâneas. Também é importante ter habilidades em gestão do conhecimento, arquitetura da informação e taxonomia para organizar o conteúdo de forma lógica e acessível.
9. Como a curadoria da informação digital contribui para a disseminação cultural?
A curadoria da informação digital contribui para a disseminação cultural ao permitir que a arte alcance públicos globais através da internet. O curador utiliza ferramentas digitais para planejar e divulgar campanhas que transcendem as paredes físicas dos museus e galerias, tornando possível que pessoas ao redor do mundo desfrutem e aprendam com as coleções artísticas sem sair de casa.
10. Como o papel do curador de arte evoluiu com o avanço da tecnologia?
Com o avanço da tecnologia, o papel do curador de arte evoluiu para além da seleção e organização física das peças em um espaço. Ele agora atua como um especialista na seleção, interpretação e contextualização das obras tanto no ambiente físico quanto no virtual. Além disso, o curador se tornou um mediador social, estabelecendo pontes entre artistas, instituições e públicos diversificados através das ferramentas tecnológicas disponíveis.
11. Como a curadoria digital democratiza o acesso à arte?
A curadoria digital democratiza o acesso à arte ao possibilitar que as obras sejam apresentadas em plataformas digitais acessíveis globalmente. Isso amplia o alcance das exposições além do espaço físico dos museus e galerias, permitindo que pessoas ao redor do mundo tenham acesso à cultura sem restrições geográficas.
12. Quais são as competências necessárias para um bom curador digital?
Um bom curador digital precisa ter competências técnicas para utilizar as ferramentas tecnológicas disponíveis no ambiente virtual. Além disso, ele deve possuir sensibilidade estética, conhecimento histórico, capacidade analítica das fontes e compreensão das tendências contemporâneas da arte. Também é importante ter habilidades em gestão do conhecimento, arquitetura da informação e taxonomia para organizar o conteúdo de forma lógica e acessível.
13. Quais são os benefícios da curadoria digital para os artistas?
A curadoria digital beneficia os artistas ao ampliar seu alcance e visibilidade através das plataformas digitais. Ela permite que suas obras sejam apresentadas globalmente, alcançando públicos diversos sem restrições geográficas. Além disso, a curadoria digital cria oportunidades de conexões entre artistas emergentes e estabelecidos, estimulando diálogos intergeracionais e colaborações artísticas inovadoras.
14. Como a curadoria digital contribui para a preservação da cultura artística?
A curadoria digital contribui para a preservação da cultura artística ao utilizar ferramentas tecnológicas para criar arquivos digitais dos acervos artísticos. Isso garante que as informações relacionadas às obras sejam preservadas para gerações futuras. Além disso, a disseminação das obras no ambiente virtual permite que elas sejam apreciadas por um público mais amplo, mantendo sua relevância cultural ao longo do tempo.
15. Qual é a importância da sensibilidade estética na curadoria de arte na era digital?
A sensibilidade estética é fundamental na curadoria de arte na era digital pois permite ao curador selecionar obras que ressoem com o zeitgeist artístico contemporâneo. Além disso, essa sensibilidade possibilita identificar conexões entre diferentes movimentos artísticos ou combinar peças clássicas com expressões artísticas emergentes, enriquecendo o discurso artístico no ambiente virtual.
- O curador de arte na era digital assume um papel ainda mais complexo e multifacetado
- A curadoria da informação envolve uma análise crítica das fontes e uma compreensão profunda das tendências contemporâneas
- A curadoria digital não se limita à seleção de obras, mas também à forma como essas obras são acessadas e percebidas pelo público
- O curador na era digital tem a responsabilidade de garantir que as informações sejam preservadas para gerações futuras
- A curadoria vai além da simples seleção de links e envolve um processo meticuloso de pesquisa e análise crítica
- O curador deve ser estratégico na escolha das plataformas digitais adequadas para apresentar as obras
- O curador de arte digital enfrenta a tarefa de preservar a integridade das obras no ambiente online
- O curador pode optar por combinar peças clássicas com expressões artísticas emergentes ou estabelecer diálogos entre diferentes movimentos artísticos
- A curadoria de arte na era digital requer discernimento crítico e criatividade
- O curador deve navegar por um mar de conteúdo digital, selecionando não apenas com base na qualidade estética, mas também considerando o impacto cultural e social das obras
- O curador de arte atua como um mediador entre a obra, o artista e o público
- A curadoria digital vai além da mera seleção de conteúdo; ela envolve a criação de experiências imersivas e interativas
- O curador moderno utiliza ferramentas digitais para ampliar o alcance das exposições e criar experiências acessíveis globalmente
- O papel do curador de arte tem se transformado significativamente com a ascensão da era digital
- O curador se estabelece como um especialista não apenas na seleção e interpretação de peças artísticas, mas também como um mediador social
- O curador deve estar apto a utilizar ferramentas tecnológicas para criar experiências imersivas e educativas
- A integração multidisciplinar se faz presente na rotina do curador digital
- A arquitetura da informação e a taxonomia são abordagens essenciais para organizar o conteúdo de forma lógica e acessível
- O curador digital tem papel preponderante no planejamento e divulgação de campanhas que transcendem as paredes físicas dos museus e galerias
- A curadoria da informação na era digital é uma prática complexa que requer um conjunto diversificado de competências
| Papel do Curador de Arte na Era Digital | Informações Relevantes |
|---|---|
| Seleção e organização de informações relacionadas à arte | O curador digital enfrenta o desafio de navegar por um oceano de dados, selecionando conteúdos que sejam relevantes e enriquecedores para um público diversificado. |
| Curadoria vai além da simples seleção de links | A curadoria artística envolve um processo meticuloso de pesquisa, análise crítica e seleção de obras que ressoam com o zeitgeist contemporâneo e dialogam com as narrativas históricas e culturais preexistentes. |
| Diferentes significados do termo “curadoria” | A curadoria transcende o ambiente artístico tradicional, abrangendo diversas funções e responsabilidades, incluindo a criação de experiências imersivas e interativas. |
| O curador nas Artes Visuais como especialista e mediador social | O curador atua como um especialista na seleção e interpretação de peças artísticas, além de estabelecer pontes entre artistas, instituições e públicos diversificados. |
| A necessidade da curadoria da informação na era digital | A curadoria da informação digital é crucial para a preservação e disseminação da cultura artística, exigindo habilidades para filtrar e apresentar conteúdos relevantes. |
- Curador digital: profissional responsável por selecionar e organizar obras de arte na era digital, navegando por um oceano de dados e selecionando conteúdos relevantes e enriquecedores para um público diversificado.
- Curadoria da informação: análise crítica das fontes, compreensão das tendências contemporâneas e capacidade de antecipar as direções futuras do discurso artístico na era digital.
- Exposições virtuais: digitalização de acervos e criação de exposições online, utilizando plataformas interativas e realidade aumentada para proporcionar experiências imersivas e educativas.
- Preservação digital: práticas de arquivamento digital e estratégias para manter a integridade das obras no ambiente online, garantindo também o respeito aos direitos autorais e reprodução fiel das imagens.
- Curadoria artística: prática que envolve pesquisa, análise crítica e seleção de obras que ressoam com o zeitgeist contemporâneo e dialogam com narrativas históricas e culturais preexistentes.
- Curadoria digital: além da seleção de conteúdo, envolve a criação de experiências imersivas e interativas, considerando a interatividade e participação do público.
- Mediação social: papel do curador como mediador entre artistas, instituições e públicos diversificados, estabelecendo pontes através do diálogo cultural proporcionado pela tecnologia.
- Gestão de conteúdos digitais: habilidade em utilizar ferramentas tecnológicas para criar experiências imersivas e educativas, manipular metadados e organizar o conteúdo de forma lógica e acessível.
- Disseminação cultural: ampliação do alcance da arte através da internet, permitindo que as coleções artísticas sejam acessadas globalmente e democratizando o acesso à cultura.
O Impacto das Tecnologias Digitais na Produção Artística
No contexto da era digital, a produção artística tem sido profundamente influenciada pelas novas tecnologias, o que abre um vasto campo de interesse para os entusiastas da arte contemporânea. A digitalização não apenas alterou as técnicas e os meios de produção, mas também expandiu as fronteiras do que pode ser considerado arte. Nesse cenário, o papel do curador de arte se torna ainda mais complexo e desafiador, pois ele deve estar atento às tendências emergentes e à forma como a arte digital está redefinindo a interação entre o artista, a obra e o público. A curadoria digital exige um entendimento aprofundado sobre como as ferramentas tecnológicas podem ser utilizadas para criar experiências imersivas e interativas, além de uma visão crítica sobre a preservação e a autenticidade das obras em um ambiente virtual.
A Curadoria de Arte como Ponte para Novas Formas de Apreciação Cultural
Além disso, a curadoria de arte assume uma função essencial como mediadora entre as novas expressões artísticas e os espectadores. O curador moderno deve ser capaz de construir pontes que conectem o público a formas inovadoras de apreciação cultural, muitas vezes desafiando as percepções tradicionais da arte. Ele deve promover o diálogo e a reflexão crítica acerca das obras digitais, garantindo que estas não sejam apenas consumidas passivamente, mas que sejam também compreendidas em sua complexidade e contexto. Neste ambiente em constante evolução, é crucial que os curadores mantenham uma postura de aprendizado contínuo e adaptação, para que possam destacar as obras mais significativas e influentes dentro do vasto panorama da arte digital. Assim, eles não só preservam a relevância histórica e cultural da arte contemporânea, mas também enriquecem a experiência estética do público no século XXI.
Fontes
* FREIRE, Klara. A curadoria digital no Brasil: um panorama de suas práticas e competências. Rio de Janeiro, 2020. Disponível em: https://ridi.ibict.br/bitstream/123456789/1050/1/IBICT%20-%20vers%C3%A3o%20-%2003-03-2020.%20FREIRE%2C%20Klara.%20Disserta%C3%A7%C3%A3o.pdf. Acesso em: 12 abr. 2023.
* DIAS, Lara Sosa. Curadoria e mediação: uma experiência prática no contexto português. Lisboa, 2019. Disponível em: https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/54513/2/ULFBA_TES_LaraSosaDias.pdf. Acesso em: 12 abr. 2023.
* SOUZA, Guilherme; SANTOS, Betânia. Entre a curadoria e a mediação cultural a partir da exposição Propágulo: fotografia e identidade. João Pessoa: Editora CCTA/UFPB, 2019. Disponível em: http://www.ccta.ufpb.br/editoraccta/contents/titulos/artes-visuais/entre-a-curadoria-e-a-mediacao-cultural-a-partir-da-exposicao-propagulo-fotografia-e-identidade/livro-entre-curadoria-e-mediacao-guilherme-betania-compactado.pdf. Acesso em: 12 abr. 2023.
* MELLO, Cecília. O artista-curador e as novas dinâmicas de produção e legitimação na arte contemporânea. São Paulo, 2015. Disponível em: https://www.repositorio.ufpa.br/jspui/bitstream/2011/7692/1/Dissertacao_ArtistaCuradorConceitos.pdf. Acesso em: 12 abr. 2023.
* SILVA, Denise Bandeira da. Curadoria digital: desafios e potencialidades no campo expográfico. São Paulo, 2015. Disponível em: https://datjournal.anhembi.br/dat/article/download/40/32/88. Acesso em: 12 abr. 2023.